segunda-feira, 19 de junho de 2017

A educação dos filhos e a Bíblia !!!


Os dias atuais são assuntos comum as famílias, também são comuns os repetidos discursos da maioria dos pais elencando sua lista de dificuldades na criação adequada dos filhos, muitos põe a culpa nas leis modernas que dão muita liberdade e muitos "direitos" aos infantes, outros dizem que os tempos mudaram e que hoje é impossível ensina-los corretamente, pois os pais perderam a autoridade. O fato é que realmente os tempos mudaram, como outros tempos anteriores a nós mudaram e certamente os tempos posteriores a nós mudarão também, e que ótimo que hoje os jovens tem direitos, é assim que deve ser, hoje são considerados pessoas, sujeitos de direitos iguais aos demais, agora a perca de autoridade, ah ... sim... essa questão requer um entendimento primeiro da vida pessoal e familiar de cada um, como eu enxergo o exercício da autoridade, qual é didática que aplico na minha vida familiar, os filhos são nossa continuidade, de certo que se educamos com violência, eles aprenderão a violência, se educamos com autoritarismo, eles aprenderão o autoritarismo, se educamos com relaxamento, eles aprenderão o relaxamento, se educamos sem ordem, eles aprenderam a desordem, mas se educamos com amor, respeito, doutrina e bons exemplos, isso os fará libertos e preparados para uma vida de justiça, repetindo o amor, o respeito, os bons exemplos, respeitando hierarquia e doutrina, sem a necessidade de imposições e muito menos, uso de força, poderão discordar mas o farão com respeito.
Nesse contexto trago aqui, algo de maior valor, fonte absoluta de informação e sabedoria, porém ignorado por muita gente quando se trata de sua vida pessoal e familiar e pouco ou nunca consultado quando se trata de educar filhos... A BÍBLIA !!! Interessante como as instruções são completas e absolutamente corretas e claras, logo pesquisei e separei algumas passagens que nos servem de fonte para as respostas que procuramos, podemos chamar isto de receita (porque não) pois o resultado de seguir esta iluminadas passagens certamente nos trará ganhos absolutos em nossa relação com os filhos... são 6 (seis) citações, boa leitura, inspiração e atitude ...

1- GÊNESIS 2:24 "Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne".

- A cumplicidade entre o marido e a esposa é algo que dá segurança aos filhos. Eles percebem quando os pais se dão bem, que existe amor e respeito na relação. Além de trazer paz para o convívio da família, será o principal exemplo que os filhos terão de como se relacionar com outra pessoa no futuro.

2- PROVÉRBIOS 22:6 "Educa a criança no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele".

- Educar um filho é a responsabilidade dos pais. Escola, igreja ou outra instituição estão para os pais como um suporte, uma ajuda. Os limites são estabelecidos pelo pai, mãe ou responsável legal.

3- DEUTERONÔMIO 6:6-7 "E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te".

- Mais uma vez uma passagem que nos diz que devemos ensinar nossos filhos. Além disso, podemos observar a importância de estar presentes na vida deles, aproveitando o tempo com atividades que deixarão boas lembranças no decorrer do tempo.

4- TIAGO 1:19 "Todo homem tem que ser rápido no ouvir, vagaroso no falar, vagaroso no furor".

- Quem não tem vontade de estourar quando um filho adolescente bate a porta do quarto ou responde de forma grosseira? E as crianças pequenas que não sabem como uma bola batendo insistentemente na parede pode irritar qualquer um? Respirar fundo, acalmar-se e estar aberto ao diálogo é uma boa forma de se conectar amorosamente com o filho. E mais uma vez, ser o exemplo de equilíbrio que as crianças e adolescentes tanto precisam.

5- JOÃO 15:19 "Se vocês pertencessem ao mundo, ele os amaria como se fossem dele. Todavia, vocês não são do mundo, mas eu os escolhi, tirando-os do mundo; por isso o mundo os odeia".

- O mundo tem muitas coisas a oferecer aos nossos filhos. Porém, muitas delas são destrutivas. Drogas, crimes, uma vida com luxúria e sem limites morais podem ser atrativos para os jovens. Podemos criar costumes familiares, alicerçados no amor, na honestidade, na oração, na frequência à igreja e até no estudo da Bíblia, que irão desestabilizar qualquer influência da mídia ou de colegas. Assim ensinaremos nossos filhos a estarem no mundo, mas não pertencerem a ele.

6- COLOSSENSES 3:20-21 "Vós, filhos, obedecei em tudo a vossos pais, porque isto é agradável ao Senhor. Vós, pais, não irriteis a vossos filhos, para que não percam o ânimo".

- Aqui vemos que os filhos têm obrigações com os pais.Porém, os pais também têm com os filhos. Uma fala cheia de nervosismo, gritos e impaciência minam o bom relacionamento. São atos que podem causar mágoas e tristeza para ambos. A disciplina com repeito dá mais resultados do que a disciplina imposta com violência física ou moral.

Por
Lincoln Carvalho, Consultor e Orientador Social.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Fale com as crianças e adolescentes sobre assédio sexual antes que as primeiras dúvidas apareçam

Um levantamento realizado nos Estados Unidos mostrou que um a cada seis meninos e uma a cada quatro meninas sofrerá abuso ao longo da vida. E, segundo a ONG Childhood Brasil, que combate a violência sexual contra menores, apenas 10% das vítimas não conhecem os criminosos.
“Evitar o assédio sexual contra crianças exige o enfrentamento de tabus”, diz a psicanalista Rose Miyahara, coordenadora de formação do Centro de Referência ás Vítimas de Violência Sexual do Instituto Sedes Sapientiae, em São Paulo. “Um deles é o fato de que pode, sim, surgir na família. É preciso ficar de olho.” Segundo ela, abusadores normalmente não conseguem esconder os sinais mais discretos, como olhares ou declarações em que forma e conteúdo não combinam. É quando um tio, por exemplo, diz: “Que bundinha linda desta menina!”, com tom de elogio pueril, mas cunho claramente sexual. Cabe aos pais, sobretudo á mãe, aceitar que isso é possível e permanecer atenta.
No lugar de entrar em paranoia e afastar as crianças do convívio familiar ou social, indica-se prepara-las para identificar o assédio, tentar pará-lo e pedir ajuda. Tal educação começa cedo, em casa. Um dos primeiros passos: ensinar os filhos a nomear as partes do corpo de maneira apropriada á idade e, ao mesmo tempo, orientá-los sobre o que é íntimo e só deve ser tocado por eles ou pelos pais, exclusivamente durante a higiene ou cuidados com a saúde. Tão logo possível, a partir dos 4 ou 5 anos, eles já podem aprender a lavar os genitais sozinhos e entender que essa é uma tarefa só deles. “Com essa idade, a criança precisa saber que seus órgãos sexuais são apenas dela e devem ficar guardados”, afirma Anna Flora Werneck, responsável pela Gestão do Conhecimento da ONG Childhood Brasil. “Deixar bem claras as noções do que é público ou privado.”
A partir do momento em que a criança passa a frequentar a casa de amigos e outros círculos sem os pais, a instrução deve ser mais direta e objetiva. Dada a gravidade do tema, abre-se exceção a uma regra mestra em educação: responder apenas aquilo que os filhos perguntam. Quando o assunto é assédio sexual, não se aconselha esperar que os questionamentos surjam. Até porque, quando isso acontece, pode ser sinal de que algo já vai mal. Nessa fase, os pais precisam deixar claro o que pode e o que não pode. Converse com a criança e explique as várias situações que indicam que alguma pessoa a está molestando.
Com a chegada da adolescência, á medida que os filhos tornam-se independentes e rebeldes e tudo ganha contorno de controle. Por isso, mantenha o diálogo aberto desde cedo. Caso o adulto tenha tanta dificuldade de entrar no assunto que o diálogo pareça impossível, ele próprio deve procurar ajuda especializada. Um estudo publicado recentemente na revista científica Journal of American Medical Association mostrou que adolescentes que conversam com os pais sobre sexo tendem a ter comportamentos mais seguros, como usar preservativos. “É importante ainda tratar o sexo como algo natural, prazeroso, sim, mas que exige cuidado”, diz Rose Miyahara. Os pais não podem ter medo de passar por chatos. Precisam, sempre que for oportuno, emitir sua opinião sobre o que é adequado ou não, impor regras e limites sem privar os filhos de explorar o mundo.
“Os jovens devem ter a garantia de que, quando estão em risco, por mais absurdo que seja o ato que eles ou os amigos tenham cometido, podem recorrer á ajuda dos pais”, afirma a especialista. Com essa certeza, estarão preparados para fugir de enrascadas. É preciso, ainda, ficar atenta aos relatos dos filhos e a mudanças bruscas de comportamento. “A criança dá sinais. Esteja aberta para percebê-los”, alerta Rose. Entre os sintomas mais comuns estão dor ou dificuldade para ir ao banheiro, infecções de urina persistentes, falta de apetite, sonolência exagerada ou apatia repentinas. Se a suspeita for confirmada, denuncie e peça ajuda. Há três canais para isso: a delegacia, o disque 100 e o conselho tutelar.
O calor do momento pode dar a sensação de certa impotência e de risco iminente. Prevenir a violência sexual, porém, é um trabalho diário e bem-sucedido na maioria dos casos. Vale a pena encarar essa tarefa.
Para começar a conversa
Filmes que ajudam a abrir o diálogo e esclarecer dúvidas sobre o assunto:
Defenda-se
Produzida pela campanha de mesmo nome, a série está disponível no site defenda-se.com. Os vídeos curtos tratam com linguagem apropriada para crianças os temas relacionados á prevenção da violência sexual, como medidas para se proteger, denunciar e também como diferencias carinho de abuso.
Indicação A partir de 5 anos.
Que abuso é esse? E que exploração é essa?
Fruto da parceria ente a ONG Childhood Brasil, que combate a violência sexual, e o Canal Futura, os vídeos (publicados no YouTube) mesclam diálogos simples entre bonecos, em um cenário que remete a uma vila, com entrevistas com especialistas no assunto. É excelente tanto para tirar dúvidas dos adultos como para ajudar as famílias a abordar o tema.
Indicação A partir de 12 anos.
Homens, Mulheres & Filhos
Centrado em um grupo de alunos de uma escola e seus pais, o filme, do mesmo diretor deAmor sem Escalas e Juno, mostra de que forma a internet pode colocar os relacionamentos em risco, a exposição aos crimes e distúrbios sexuais. Embora o assédio seja uma história secundária, o drama é uma boa oportunidade para reavaliar comportamentos e abrir o diálogo em casa sobre temas tão delicados.
Indicação: Adolescentes.
Confiar
Dirigido por David Schwimmer (O Ross, de Friends), o filme é um retrato fiel dos casos de abuso em que as vítimas são levadas a duvidar de que tenham mesmo sofrido violência. Uma garota á beira dos 14 anos começa a conversar online com um homem. Ele diz ser adolescente, e ela só descobre a verdade ao encontrá-lo.
Indicação: Adolescentes.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Olhos bem abertos !!!

A exploração sexual de crianças e adolescentes, infelizmente, é uma realidade no Brasil e no mundo, inclusive no turismo. Todos os anos, em diversos lugares do planeta, pessoas viajam. Seja a trabalho ou a lazer.
Por isso, o Conselho de Estocolmo, a Polícia Sueca e a World Childhood Foundation (Childhood) criaram a campanha “Resekurage”,  que significa coragem de viajante, para conscientizar as pessoas que testemunharam casos de exploração sexual de crianças e adolescentes a denunciarem. O pensamento para chegar na mensagem da campanha foi:
“Ousar reconhecer que você pode testemunhar uma situação de exploração sexual de crianças e adolescentes em sua viagem. Ousar ver e dizer o que você viu é mostrar que você tem a coragem de viajante.” 

Por isso, pedimos que mantenha seus olhos bem abertos, não só quando estiver viajando, mas caso desconfie de alguma situação de violência sexual com crianças e adolescentes, e fale o que você viu. Meninos e meninas ao redor do mundo são abusados ou explorados sexualmente, todos os dias. Se suspeitar de algo, denuncie! Disque 100, baixe o aplicativo Proteja Brasil ou entre em contato com o Conselho Tutelar ou Polícia local.
Mantenha seus olhos bem abertos! #EyesWideOpen

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Com os campeões de Jiu Jitsu

Durante moção de aplausos recebido pelos atletas de Jiu Jitsu, dá esq, para dir., Amundsen Richard, Julio Nunes e Tiago Silva, da MN Fight Center Zenith de Cajati, que nos representaram e foram vencedores no Floripa Fall International Open IBJJF Jiu Jitsu Championship no último Domingo (09-04) em Florianópolis SC.

quinta-feira, 30 de março de 2017

Jogo educativo para incentivar o hábito da leitura



Por: Jéssica Mattoso da Fonseca e Denise Rios Vahrenkamp

Você acha que ler é importante para a educação dos seus filhos, mas eles só se interessam por joguinhos em computador e iPad? Pais que desejam formar crianças leitoras estão começando a entender que a tecnologia pode ser grande aliada na educação. Foi pensando nisso que criamos o Devoradores de Livros, site de incentivo à leitura, que ensina, estimula e diverte, além de complementar o ensino infantil.
A plataforma faz uso da tecnologia aplicada à educação literária, é voltada para séries iniciantes e funciona assim: ao ler um livro na biblioteca, em casa ou no tablete, a criança procura se o quiz da obra está disponível (há uma lista bem grande no site), a criança, então, responde ao jogo de perguntas e respostas sobre o livro, e é premiada, virtualmente, de acordo com o seu desempenho. À medida que vai acertando as questões, o leitor pode trocar as “moedas” que ganhou por acessórios para turbinar seu avatar [mascote].
O site foi criado a partir da nossa própria experiência. Guilherme, filho da Jéssica, conheceu plataforma semelhante em uma escola alemã. Empolgado, leu mais de 50 livros em um ano e pediu para fazer quizzes de títulos brasileiros também. A vontade de ler e brincar com histórias de livros nacionais, respondendo aos quizzes, nos levou a pesquisar e buscar a conceituação pedagógica necessária para a criação de um site adequado à realidade brasileira. 
A ideia do Devoradores de Livros é trazer, em alguns anos, o maior número de quizzes para que a criança possa encontrar seu livro predileto. Hoje, cerca de 600 títulos/jogos estão disponíveis para crianças e escolas do País. A plataforma está em fase de teste em instituições da rede municipal do Rio de Janeiro. Nas escolas, com o acesso às bibliotecas e salas de leitura, a criança decide entre as várias opções de livros e pode refinar sua escolha, encontrar seu perfil e se tornar o autor de sua própria leitura. É importante que a escolha do livro seja feita livremente pela criança, de acordo com seus interesses, faixa etária e fluência. A leitura, então, passa a ser feita com atenção, pois as crianças querem ter certeza de que irão ganhar pontos ao marcar respostas corretas.
A proposta do site parte do princípio de que a leitura é uma atividade que demanda iniciação e que uma das maneiras mais eficientes de promovê-la é oferecer um “banquete” de livros às crianças. O estímulo pela brincadeira se transforma em atividade espontânea e a criança se torna devoradora [de livro] à medida que é exposta a diversos autores, ilustrações e temas, tendo mais chance de gostar do que lê.


sexta-feira, 24 de março de 2017

Por que colocar as crianças na escola aos 4 anos?

Por: Viviane Stacheski*


No ano passado foi sancionada a Lei 12.796/2013, que tornou obrigatória a educação dos 4 aos 17 anos. Com isso, toda criança deve ingressar no ambiente escolar com a mesma idade, independentemente da classe social ou dos ideais que seus pais defendem.
Reconhecendo a importância da educação infantil para o desenvolvimento global da criança, é interessante parar e analisar essa determinação, considerando dois cenários diferentes. Um deles tem as crianças que são cuidadas por pais ou pessoas que se preocupam com os cuidados físicos, mas não com o cognitivo. Para elas, o ingresso antecipado na escola é sinônimo de mais oportunidades para o desenvolvimento físico, emocional, psicológico e social. Nesse caso, elas estarão mais aptas para o processo de alfabetização e mais familiarizadas com o ambiente escolar.
Por outro lado, existem aquelas crianças que têm a oportunidade de conviver com pais que se fazem presentes e, além do cuidado físico, também se preocupam com o aspecto cognitivo e cultural, promovendo muitas atividades que possibilitam o desenvolvimento em todas as áreas. Esses pais, por vezes, não gostariam de colocar seus filhos “tão pequenos” na escola.
Mas iniciar a vida escolar com 4 anos faz bem para a criança e o Brasil também se beneficia. De acordo com dados da Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil ocupa o 84.º lugar em tempo de estudo – com uma média de 7,2 anos, contra 12,6 anos do primeiro colocado. O ingresso aos 4 anos é uma tentativa de atingir o que é indicado pelo Pacto Nacional da Alfabetização na Idade Certa (Pnaic), em que se propõe que os alunos estejam alfabetizados até o fim do terceiro ano do ensino fundamental (antiga segunda série), ou seja, com 8 anos. Essa meta de alfabetização foi estabelecida pelo Plano Nacional de Educação (PNE) em junho de 2014.
Estabelecer um pacto para que a alfabetização ocorra até os 8 anos é uma tentativa de diminuir as diferenças de desenvolvimento, especialmente pelo fato de que muitas escolas iniciam esse processo antes mesmo do primeiro ano do ensino fundamental, enquanto outras deixam todos os estímulos para serem iniciados nessa idade, gerando uma alfabetização tardia. E por que falar de alfabetização se o assunto é o ingresso da criança aos 4 anos na escola? Porque defende-se que é na fase dos 2 aos 7 anos – intitulado de estágio pré-operatório – que são desenvolvidas a linguagem, o simbolismo e a internalização das ações exteriores, todos promovidos pela educação infantil. Todos os processos de aprendizagem estão interligados.
Apesar de dividir opiniões, a oportunidade de entrar antes na escola dará subsídio para desenvolvimentos posteriores, inclusive para a alfabetização. Além disso, o maior tempo de permanência do aluno na escola ajuda o país a ocupar um posicionamento melhor no ranking mundial.

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*Viviane Stacheski é coordenadora dos cursos de pós-graduação em Letramento e Educação Infantil e Alfabetização do Centro Universitário Internacional Uninter.
[Fonte: Gazeta do Povo]

Assessorando e acompanhando os trabalhos parlamentares junto ao Vereador Ariovaldo Silveira


Participação e entrevista no Programa Exporte Vale, contei toda a história do Conselho neste programa !!!

PARA ASSISTIR O VÍDEO NA ÍNTEGRA BASTA CLICAR  NA IMAGEM E FAZER O LOGIN NO FACEBOOK